Tema E1:
NÃO SOMOS DESTE MUNDO

SUMÁRIO


  1.   INTRODUÇÃO: duplo sentido da expressão "este mundo"

  2.   NÃO SOMOS DESTE PLANETA

  2.1  Evidência de que não estamos sozinhos no Cosmos

  2.2  O projeto Desvendamento

  2.3  Aparência expetável dos seres extraterrestres: unidade das formas

  2.4  Os motivos da vinda de extraterrestres

  3.   NÃO SOMOS DESTE LADO

  3.1  A nossa pátria é o mundo espiritual e não o terreno

  3.2  Medo e inércia

1.    INTRODUÇÃO: Duplo sentido da expressão "este mundo"

Na frase "Nós não somos deste mundo" a expressão "este mundo" contém uma dupla aceção:

"este mundo" considerado como "este planeta";
"este mundo" considerado como "este lado da vida" em contraposição ao "outro lado".

O primeiro aspecto constitui um tema de fundamental interesse e reflexão para cada um de nós, uma vez que nos dá ideia das nossas verdadeiras dimensões cósmicas e, sobretudo, das nossas responsabilidades que excedem em muito as dimensões restritas da nossa presente morada ocasional chamada Terra. O segundo é, para efeitos do presente tema, o mais importante a considerar, uma vez que é aquele que implica maiores repercussões no que se refere ao nosso comportamento.

Os dois serão aqui abordados seguidamente.


2.    NÃO SOMOS DESTE PLANETA

2.1  EVIDÊNCIA DE QUE NÃO ESTAMOS SOZINHOS NO COSMOS

Acreditar que estamos sozinhos no Cosmos é uma postura de suma arrogância, para não dizer de suma estupidez. Basta considerar a multiplicidade dos mundos e o número quase infinito de astros que compõem o Universo. Gravitamos em volta de uma pequena estrela chamada Sol, que é parte de uma galáxia que comporta, como qualquer galáxia, um conjunto da ordem dos 100 mil milhões de estrelas. Por sua vez, as galáxias organizam-se em conglomerados de galáxias, cada um com cerca também de 100 mil milhões de galáxias. E, por sua vez, os conglomerados de galáxias organizam-se em superconglomerados de galáxias, cada qual novamente com cerca de 100 mil milhões de conglomerados galáticos. É esta infinidade de mundos que constitui o que chamamos Universo. Mas é possível que, por seu turno, este Universo não seja senão um dos milhões de Universos dentro de um conglomerado de Universos, e por aí fora, talvez sem limites.

A existência de OVNIs e a presença de seres extraterrestres entre nós é uma evidência com mais de 50 anos, abundantíssimamente documentada por mais de 10.000 relatos, contactos e descrições insofismáveis, mas camuflada pelos poderes constituídos, sob o disfarce de garantir segurança e evitar o pânico, mas no fundo para conseguir benefício próprio e supremacia, ao apossarem-se de tecnologias avançadas.

Os casos Roswell, no Novo México, EUA, em 1947, e Varginha, em Minas Gerais, Brasil, em 1996, notáveis porque houve despenhamento de objetos voadores, são disso exemplos marcantes. Em outros despenhamentos não parece haver dúvidas de que terá havido inclusivamente resgate de seres extraterrestres vivos, que terão sido capturados e mantidos em confinamento, com fins que não foram divulgados .


2.2  O PROJETO DESVENDAMENTO

O Projeto Disclosure (Desvendamento) que teve lugar nos EUA, em 2001, encabeçado pelo médico Steven Greer e patrocinado pelo National Press Club (Clube Americano da Imprensa), envolveu uma série de depoimentos impressionantes de uma multiplicidade de testemunhas da mais alta expressão (na maioria, altos quadros das Forças Armadas americanas, da NASA, da CIA, da NSA, que tinham atingido a reforma). Tratou-se de um elemento definitivo para a perceção do grau de escamoteação da verdade levado a cabo pelas autoridades políticas.

Este Projeto é hoje público, tal como uma série inumerável de outros documentos e depoimentos sobre o assunto. Basta consultar o YouTube.


2.3  APARÊNCIA EXPETÁVEL DOS SERES EXTRATERRESTRES: a convergência das formas

Parece estarem catalogados 57 diferentes tipos de criaturas extraterrestres, mas todos eles apresentam uma configuração genérica idêntica à humana. De facto, a forma humana, ou humanóide, é uma conceção genial que se caracteriza pela existência de 3 grandes componentes com finalidades distintas e específicas:

a cabeça (que é uma máquina de computação situada sabiamente no ponto mais alto do corpo, para nos conferir as melhores condições de visibilidade em volta, e que nos serve para pensar e para darmos comandos de ação);
o tronco (que é uma máquina central que nos serve para manter ativa a cabeça e os membros);
os membros (que são ferramentas que servem para nos deslocarmos e para agirmos).

Toda a energia do Universo se rege pelo Princípio da Utilidade, isto é, pelo conceito do menor dispêndio de energia para se obter um determinado resultado. Este conceito leva a admitir que, qualquer que seja a humanidade habitante de um qualquer astro, tenderá a haver uma convergência universal das formas, que conferirá a toda e qualquer população, independentemente do local do Cosmos em que residem, um formato humano ou humanóide, constituído por aquelas mesmas componentes básicas acima citadas e dispondo das mesmas características genéricas. De facto, se a visão estereoscópica se pode obter com apenas dois olhos, por que razão haveria três? Se a audição estereofónica se pode obter com apenas dois ouvidos, qual a necessidade de haver três? Com uma só boca, com um só nariz, com dois braços e duas pernas, com os órgãos que temos (o único duplo são os rins), resolvem-se todas as nossas necessidades de fisiologia e de ação. Para quê haver mais?

A forma geral humana está concebida, portanto, com uma economia de meios que deverá constituir um padrão genérico para todo o Universo.


2.4  OS MOTIVOS DA VINDA DE SERES EXTRATERRESTRES

Os motivos da vinda à Terra de seres extraterrestres são de 3 naturezas: (i) em auxílio, (ii) por curiosidade e (iii) por degredo.

a)  Vinda em auxílio

Esta é uma vinda ativa, que procura interferir positivamente no rumo do desenvolvimento tecnológico, de modo a evitar que ele conduza a desastres insanáveis. Pretende, por isso, ajudar a humanidade de formas várias.

Uma vez que acompanha o ritmo do desenvolvimento tecnológico, esse movimento de vinda e auxílio tem adquirido enorme expressão no último meio século, que corresponde precisamente ao de grande desenvolvimento tecnológico do nosso planeta.

É consequência da preocupação reinante na comunidade estelar pelo clima psíquico extremamente desarmonizado do planeta, que prejudica o Sistema Solar e gera riscos de perturbação vibratória complexa na evolução da grande unidade cósmica que é esse sistema. Esse clima psíquico traduz-se em:

atraso muito acentuado do nível de consciência da humanidade terrestre, quando comparado com os restantes planetas do Sistema Solar, e que se traduz na anomalia de existir uma maioria esmagadora de indivíduos com baixíssimos níveis de evolução consciencial (os chamados instintivos-sensórios) que afinal dominam o planeta;

situação permanente de violência e guerra;

devastação irreversível do meio ambiente;

riscos de hecatombe nuclear;

projetos abusivos de armamento nuclear do espaço exterior, que é, em princípio, um território que não pertence exclusivamente à Terra mas sim a todo o Sistema Solar.

Assim, tal como um país cuida das suas regiões mais deprimidas e carentes, ou como umas Nações Unidas procuram ajudar os países onde há maior miséria, doença, guerra, etc., também as comunidades extraterrestres vêm procurar auxiliar o nosso planeta, em congregação com a chamada Grande Fraternidade Branca, que é o Governo Interno do Mundo.

Esta vinda em auxílio faz-se por diversas vias, o que significa que os seres em missão podem atuar de uma maneira não-visível, não ostensiva, ou, ao contrário, manifestando-se visivelmente ou até mesmo adquirindo corpo físico humano, seja por via uterina, seja como "walk-ins".

b)  Vinda por curiosidade

Esta motivação de vinda é neutra. Trata-se apenas de curiosidade por um planeta que é belíssimo e por isso apetecível. Estes visitantes não pretendem interferir na humanidade, para o bem ou para o mal (neste último caso, se efetivamente ocorresse, seriam neutralizados por seres vigilantes possuidores de maior poder), mas procuram apenas estudar as formas do planeta e esclarecer-se sobre os seus habitantes. Grande parte das actuais abduções é resultante deste tipo de visitantes.

c)  Vinda por degredo migratório

Este tipo de migração não é exclusivo do nosso planeta. Ao contrário, constitui um expurgo necessário à evolução de cada planeta e tem-se repetido de forma continuada por todo o Universo. Decorre da necessidade de fazer transladar de um dado mundo para outros mundos de menor condição evolutiva os seres que naquele mundo não acompanharam o desenvolvimento consciencial dos restantes indivíduos e que estão portanto a ser prejudiciais ao normal progresso dos mesmos (ver Tema D2 - O Plano Espiritual de Auxílio  ao Mundo).

Também na Terra este procedimento trouxe ao planeta, por degredo e durante muitos milénios, habitantes originários de outros lugares do Cosmos. Tratou-se de seres de baixa condição evolutiva nos seus próprios planetas de origem, mas que, apesar de tudo, passaram a constituir na Terra os grupos mais avançados, os líderes, face à evolução ainda incipiente dos habitantes humanos. Esses líderes sofriam, no entanto, de todos os desvios, subjugação aos instintos e pulsões pelo poder que conduziram ao mundo de conflitos, de medo e perversão que ainda hoje está presente entre nós e que está obrigando a expurgo idêntico no nosso próprio planeta. É claro que muitos e muitos outros desses seres, tendo dominado as suas paixões, evoluíram poderosamente e, pelo sofrimento ou pelo serviço, se transformaram em criaturas de enorme dimensão espiritual, tendo uma grande parte deles regressado já aos seus mundos de origem.

Assim, é bem provável que os indivíduos hoje mais adiantados da Terra tenham sido, no passado distante, os seres atrasados que vieram em degredo de outros lugares do Cosmos e que aqui acabaram por alcançar a sua própria regeneração e progredir consciencialmente. Esses outros lugares de origem parece terem sido múltiplos:

da estrela Capela, na constelação do Cocheiro;
da estrela Sirius, na constelação do Cão Maior;
da constelação de Órion;
do conjunto das Plêiades, um agregado de sete estrelas na constelação de Touro.

Estes emigrantes vieram de uma forma paulatina, ao longo de milénios, e não de uma forma brusca, numa leva única, e, segundo informações disponíveis de fontes espirituais, essa migração encontra-se hoje bloqueada. Ou seja, ter-se-á fechado, a partir de meados do séc. XX, a porta de acesso ao planeta para os seres degredados de outros lugares, uma vez que a Terra não pode correr riscos de absorver mais desequilíbrios e tem sobretudo de cuidar de si própria com urgência.

De qualquer modo, os indivíduos não-autóctones encontram-se atualmente tão misturados com a humanidade autóctone do planeta, que se torna praticamente impossível distinguir uns dos outros. É provável, no entanto, que todos eles se encontrem hoje no degrau evolutivo correspondente aos racionais-analíticos, que constituem cerca de 5 a 10% da carga populacional do planeta (que, como sabemos, constitui um conjunto diversificado de cerca da ordem dos 30 a 40 mil milhões de seres, que englobam encarnados e desencarnados).

Assim, os mais adiantados do nosso planeta (que talvez sejamos nós próprios, os poucos espiritualistas que procuram ajudar os outros e explicar-lhes os propósitos da vida e alertá-los para a necessidade urgente da reforma íntima), não parece que pertençam afinal a esta morada aprazível e belíssima que emprestou o seu corpo para que pudéssemos aqui retificar o nosso percurso encetado noutros lugares do Cosmos. Estamos-lhe gratos, por isso, uma vez que nos encontramos aqui como emigrantes bem instalados e em posição de saliência. A prisão em que estamos, longe da nossa pátria original, é afinal uma prisão dourada, em termos de Natureza e paisagem, embora seja uma prisão muito cinzenta, em termos de ambiente psíquico. Mas isso é culpa nossa, e só nossa.


3.    NÃO SOMOS DESTE LADO

3.1  A NOSSA PÁTRIA É O MUNDO ESPIRITUAL E NÃO O TERRENO

É evidente que nós, sendo essencialmente espíritos, não pertencemos ao plano físico, ao mundo dos seres encarnados. Estamos deste lado de cá, mas somos do lado de lá.

Estamos de passagem por este lado como meros inquilinos, apenas como seres transitórios, revestidos transitoriamente de um corpo de carne e habitando transitoriamente no mundo físico e denso da crosta terrestre. Estamos apenas fazendo aqui um estágio para colheita de experiências. Ou antes, fazendo uma série de estágios, uma vez que estamos envolvidos num processo demorado de reencarnação após reencarnação.

A nossa pátria é, portanto, o mundo espiritual e não o mundo terreno, material.

O grave problema é que a vastíssima maioria da humanidade não vê as coisas desta maneira, ou, vendo-as, não atua em conformidade com tal entendimento. De modo que temos pelo menos três tipos de atitudes:

   o materialista:                            não vê, ou não quer ver;
   o espiritualista de fachada:        vê, mas não diz que vê, não age como quem vê;
   o espiritualista de verdade:        vê e atua.


3.2  MEDO E INÉRCIA

Falemos, então, dos espiritualistas. Os dois motivos mais correntes para que um espiritualista não adote uma postura espiritualista, para que não consiga transitar de espiritualista de rótulo a espiritualista de verdade, são o medo e a inércia.

a)  Medo: postura do cordeiro

O medo condiciona as atitudes, as posturas e as decisões dos seres humanos não libertos. Seguir um caminho diferente é um ato de coragem, pois temos medo das críticas dos outros: se não pensarmos e atuarmos como os outros, adotando os seus preconceitos e os seus tradicionalismos culturais imobilistas, cortam-nos os caminhos, somos postos à margem e não temos mais futuro. Por isso, obrigam-nos a pensar como cordeiros passivos, para sermos reconhecidos como parte do rebanho. E seguimos assim, passivamente, a opinião dos outros por quatro importantes motivos:

   por cobardia
   por comodismo
   por necessidade
   por esperteza.

Mas então nasce aqui uma pergunta, que conduz a uma resposta, que conduz a um alerta.

A pergunta: mas qual esperteza, se é a ti mesmo que estás a afetar?

A resposta: se pensar e agir de forma diferente, sujeito-me à crítica e ao riso, e eu tenho medo da troça dos outros.

O alerta: atenção, não esqueças que a troça é um privilégio dos ignorantes, e que o maior dos ignorantes não é o que não sabe mas o que não quer saber.

Lembram-se da história do velho, o rapaz e o burro? Ela encerra duas prevenções que é indispensável ter presentes para que possamos seguir o nosso próprio caminho, enfrentar os nossos demónios e assumir com determinação o nosso rumo, apesar dos riscos de falharmos. São as seguintes:

não podemos agradar a todos e, por isso, se agradando a uns, vamos desagradar a outros, o melhor é procurarmos agradar a nós próprios, pois, caso falhemos, só assim não teremos ninguém para culpar pelas nossas falhas e só assim estaremos em condições de aprender com elas;

se seguirmos o rumo dos outros não estaremos a seguir o nosso próprio rumo.


b)  Inércia: dilatar a mudança para o futuro

Então, a questão incómoda é esta: tornar-se um espiritualista de verdade envolve o risco de mudar atitudes e de assumir a responsabilidade pelos próprios atos, sem mais dispêndio de energias na busca de desculpas para justificar as falhas. E isso é o que pouca gente está disposta a fazer, porque poucos estão dispostos a perder a conveniente muleta da ignorância. É que, enquanto se é ignorante, há sempre a escapatória de alegar desconhecimento como forma de aliviar a culpa ("eu não sabia, se eu soubesse não teria feito"), mas, quando já se conhece, não há recurso possível, e a responsabilidade dos atos erróneos passa a pesar, esmagadora, sobre os ombros de cada um.

Por isso, é corrente vermos em volta de nós muitos adotarem interiormente, por preguiça, por inércia, por temor, por falta de confiança neles mesmos, a atitude passiva que se traduz na seguinte postura: "no futuro é que eu vou mudar, por enquanto vou levando as coisas do meu jeito, estou bem assim". Chama-se a isto adiar a emenda para o futuro.
Só que o futuro começa agora e por isso "agora" é que é tempo de começar a mudar.

Muita gente acredita, até mesmo alguns que se intitulam espiritualistas, que, ao desencarnar, todos os preconceitos da vida encarnada são desfeitos e a pessoa vê as coisas claras, podendo então começar a fazer com consciência o que não fez antes, porque então os véus se desfazem e tudo se compreende. É a velha crença de que "quando chegares ao outro lado é que vais ver".

Mas isto é uma tremenda falácia: quando se chega ao outro lado, não se vê nada a não ser o que a pessoa quer ver, de acordo com os próprios preconceitos. Aliás, tanto do outro lado como também deste: cada pessoa é o resultado dos seus próprios estigmas de grupo, que a moldam e cegam, e com os quais convive a vida inteira sem ter disso consciência.

Nós não somos deste mundo, mas a grande diferença, absolutamente abissal, que existe entre o lado de cá e o lado de lá é que o mundo deste lado é um cenário coletivo e promíscuo, em que todos estão misturados, independentemente do seu nível de evolução, e ocupam o mesmo espaço, que é a superfície do planeta, enquanto do outro lado o cenário é individual e seletivo, criado pela ilusão de cada um e condicionado por dois aspetos: (i) o nível de evolução da pessoa, que leva a uma distribuição inevitável dos seres por camadas hierárquicas de consciência, e (ii) os seus preconceitos de visão do mundo, que conduz cada ser a fabricar as suas próprias fantasias, de acordo com as “verdades” que mais lhe agradam.

Em resumo: vemos o mundo através de óculos deformadores, com cores e graduação de acordo com o degrau da escada em que nos encontramos ou com a paisagem que descortinamos da altura a que já chegámos na nossa subida pelo dorso da montanha. Evoluir significa ver mais e melhor, ir usando óculos com lentes cada vez mais fracas até finalmente não precisarmos de óculos nenhuns para ver, com amor e piedade, a paisagem integral do mundo em redor.

É nessa altura que a visão se clareia e é quando podemos dizer em verdade: Eu sou deste mundo.Tema_D2_-_O_plano_espiritual_de_auxilio_ao_mundo.htmlshapeimage_2_link_0
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